
GUI RANGEL
Futurista pragmático e palestrante internacional
2x palestrante no SXSW | Top Voice Latin America | Fundador da What The Future?! | Atuação internacional
Organizações que já receberam Gui Rangel












Não falta informação sobre o futuro.
Falta velocidade para mudar de ideia.
Organizações raramente
são surpreendidas pelo futuro.
Elas são surpreendidas pelo tempo que levaram para acreditar nele.
Sua organização provavelmente já tem acesso a mais sinal do que consegue processar. Relatórios de tendências, consultorias, benchmarks, um time de inovação, alguém acompanhando o que as big techs anunciam.
E ainda assim as decisões chegam tarde.
Não é falta de dado. É que nenhuma organização age sobre um sinal que contraria aquilo que ela precisa que seja verdade. Ela reinterpreta o sinal até ele caber no plano que já está aprovado. Repete isso alguns trimestres seguidos e o resultado não é uma crise: é uma erosão. A relevância não desaparece de uma vez. Ela vaza devagar, enquanto todo mundo executa corretamente a estratégia certa para um mercado que já acabou.
Esse intervalo entre perceber e decidir é o que o trabalho de Gui Rangel ataca.

Futureproofing:
É a capacidade de continuar relevante enquanto o contexto muda.
É isso que uma palestra do Gui desenvolve.
NÃO BASTA ACOMPANHAR O FUTURO.
É PRECISO DESENVOLVER A CAPACIDADE DE CONSTRUÍ-LO.
Prever o futuro é um exercício com histórico ruim. Ninguém acerta com consistência, e organizações que apostam em previsão ficam frágeis exatamente quando a previsão falha.
Futureproofing é outra coisa. É a prática de sustentar a relevância através dos ciclos de mudança, em vez de depender do plano que funcionou até aqui. Ela se desenvolve em três movimentos
ESTES SÃO OS PILARES DO FUTUREPROOFING:
EXPLORAR FUTUROS
Gui ajuda a audiência a reconhecer sinais, rupturas e novas possibilidades antes que se tornem evidentes.
MOLDAR POSSIBILIDADES
Transformar cenário em escolha. Um cenário só vale alguma coisa quando alguém consegue dizer o que faria diferente amanhã por causa dele.
EVOLUIR CAPACIDADES
Desenvolver repertório, linguagem comum e prontidão para agir em contextos que ainda não estão definidos.
FECHAMENTO
Uma palestra não instala essas três capacidades numa organização. O que ela faz, e faz melhor do que qualquer outro formato, é abrir a conversa: colocar centenas de pessoas diante das mesmas perguntas ao mesmo tempo, com o mesmo vocabulário, no mesmo dia.
Assista antes
de decidir.
Gui atua em convenções empresariais, encontros de liderança, conferências e eventos estratégicos. Cada palestra pode ser realizada presencialmente ou online, em português ou inglês e é customizada para o contexto da organização, o perfil da audiência e os objetivos do evento.










PALESTRAS PARA QUEM NÃO QUER APENAS ACOMPANHAR AS MUDANÇAS, MAS PARTICIPAR DA CONSTRUÇÃO DO FUTURO.
Três palestras, uma mesma pergunta: o que a sua organização precisaria acreditar hoje para não estar atrasada em três anos?
O recorte é construído a partir do setor, do momento da organização e do perfil da audiência.
1
Futureproofing
Como continuar relevante
em um mundo de transformação permanente
Uma palestra sobre como líderes e organizações podem interpretar sinais, questionar modelos mentais e desenvolver as capacidades necessárias para agir diante de mudanças que ainda estão tomando forma.
Indicada para: encontros de liderança, convenções, planejamento estratégico, transformação e inovação.
3
De Futuros Acidentais
a Futuros Intencionais
Como transformar sinais e cenários
em escolhas estratégicas
Uma provocação sobre como organizações podem deixar de apenas reagir ao futuro e começar a explorar possibilidades, confrontar premissas e construir escolhas mais conscientes no presente.
Indicada para: estratégia, inovação, transformação, marca e alta liderança.
2
Inteligência Artificial
e o Futuro das Decisões
Como desenvolver Futureproofing
na era das máquinas inteligentes
Uma abordagem pragmática sobre inteligência artificial, sem deslumbramento tecnológico.
A palestra explora como a IA vai transformar decisões, trabalho, liderança e capacidades organizacionais, e o que não pode ser simplesmente delegado às máquinas.
Indicada para: liderança, tecnologia, inovação, estratégia, marketing e recursos humanos.
4
O Futuro do Trabalho
e a Reinvenção da Carreira
Como desenvolver Futureproofing quando cargos, empregos e trajetórias deixam de ser garantias
Uma abordagem pragmática sobre o futuro do trabalho, que explora como IA, transformações tecnológicas, mudanças comportamentais e novos modelos de negócio e de carreira vão redefinir competências, liderança e cultura organizacional, e o que fazer para continuar relevante em uma realidade em constante mudança.
Indicada para: liderança, recursos humanos, estratégia, inovação, gestão de pessoas e tecnologia.

O que muda na sua organização depois do evento.
Uma palestra bem escolhida não é entretenimento.
É a forma mais barata de colocar centenas de pessoas na mesma conversa no mesmo dia.
UMA LEITURA COMPARTILHADA
Áreas diferentes passam a discutir futuro a partir do mesmo enquadramento, em vez de trocarem opiniões que não se encontram.
UM VOCABULÁRIO COMUM
Futureproofing, sinais, premissas, opções. Termos simples que permitem à liderança conversar sobre incerteza sem que a discussão vire disputa de senioridade.
PREMISSAS REVISADAS
Depois que a pergunta foi feita no palco por alguém de fora, questioná-la internamente deixa de ter custo político.
UMA PAUTA QUE SUSTENTA O ANO
O enquadramento continua útil no planejamento, no comitê e na conversa de liderança das semanas seguintes.
UM EVENTO QUE A SUA ÁREA ASSINA COM SEGURANÇA
Conteúdo construído a partir do seu contexto, alinhado antes, sem surpresa no palco.

Quando faz sentido chamar o Gui.
SE DOIS DESTES ITENS DESCREVEM O SEU MOMENTO, PROVAVELMENTE VALE CONVERSAR.
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A liderança precisa alinhar leitura de contexto antes de um ciclo de planejamento.
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A conversa sobre inteligência artificial na organização travou no nível da ferramenta.
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A convenção anual precisa de um tema que sustente a agenda do ano, e não só o evento.
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Existe um plano aprovado que ninguém revisa há tempo demais.
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As áreas discutem futuro sem um vocabulário comum, e a conversa vira disputa de opinião.
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O time consome muito conteúdo sobre tendências e nenhuma decisão muda por causa disso.
quem já contratou


Gui Rangel
Futurista, palestrante e fundador da What The Future?!
Gui Rangel trabalha com futuro há mais de uma década, antes disso estava do outro lado da mesa: liderando times multiculturais no Oriente Médio, fundando a Portify, fintech acelerada pela Visa duas vezes finalista na competição de startups da Febraban Tech, e conduzindo processos de decisão estratégica com lideranças de grandes organizações.
Formado em Publicidade e Propaganda pela USP, construiu carreira criativa em agências no Brasil e no exterior antes de fundar a What The Future?!, o laboratório de estratégias de futuros onde desenvolveu a metodologia SciFi Experience Design (SciFiXD) e o conceito de Futureproofing.
Falou duas vezes no palco do SXSW, em Austin. Foi selecionado como Top Voice Latin America pela Thinkers360 entre 2023 e 2025 e como um dos 50 thought leaders B2B da América Latina. É coautor de "Ensaios por uma Organização Consciente".
Fala em português e em inglês. Vive em São Paulo.

O que o Gui apresenta no palco não vem de relatório.
Vem de sala de decisão.
A What The Future?! é o laboratório de estratégias de futuros
fundado por Gui Rangel.
A What The Future?! trabalha com organizações que precisam decidir sob incerteza: mapeamento de cenários, ciclos de cocriação com lideranças, desenho de opções estratégicas.
É lá que o futureproofing é testado antes de virar palestra, e é de lá que vêm os casos, os sinais e as perguntas que Gui leva ao palco.
O framework proprietário é o SciFi Experience Design (SciFiXD), que usa ficção científica aplicada para transformar cenário abstrato em decisão concreta. Não para prever tecnologia, mas para antecipar consequência: um cenário mostra o que pode acontecer, uma história mostra como será decidir quando acontecer.
Quando uma organização quer aprofundar a conversa que a palestra abriu, é por aqui que ela continua.

Como funciona,
do primeiro contato ao palco.
1. Você conta sobre o evento
Formulário ou WhatsApp. Leva dois minutos. Resposta em até um dia útil.
2. Uma conversa de 20 minutos
Sobre a audiência, o objetivo do evento e o que precisa acontecer depois dele. Sem apresentação enlatada.
3. Proposta com a palestra recomendada
Recorte, formato, duração e investimento. Se outra palestra fizer mais sentido do que a que você pediu, Gui vai dizer.
4. Alinhamento de conteúdo antes do evento
Uma conversa com quem conhece a audiência, para ajustar exemplos, linguagem e recorte setorial. Você sabe o que vai ao palco antes de ir.
5. No dia
Chegada com antecedência, passagem técnica, e disponibilidade para o que o evento precisar: mediação, perguntas e respostas, um encontro reservado com a liderança.





